domingo, 15 de maio de 2011

Baktus!!!!



                                                                       
Quentinho, gostoso de usar e fácil de fazer, o baktu é sucesso garantido neste inverno 2011.



Material:

2 novelos de lã  (100g cada)
1 par de agulhas para tricô n 10
2 enfeites para as pontas.

Modo de Fazer:

O trabalho é todo realizado em ponto musgo ou cordões de tricô (todas as carreiras ou em malha ou em tricô- tanto no direito quanto no avesso do trabalho).
Colocar na agulha 5p e tricotar duas carreiras. A partir da 3ª carreira, aumentar 1 p sempre do mesmo lado e de 6 em 6 carreiras, antes do último ponto até completar 28p no total (23 vezes). Quando completar 28p será o centro da trabalho. A partir daí, dimimuir 1p, sempre do mesmo lado, antes do último ponto e de 6 em 6 carreiras até chegar aos 5p do início. Arrematar todos pontos e colocar um enfeite nas 2 pontas.


sábado, 14 de maio de 2011

Canção na plenitude

                                                                                             
Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)

O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias.
Lya Luft

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tese de Gurdjieff - As 20 regras da vida

                                                                           
Olá pessoal!!
Recebi esta mensagem por e mail; adorei e resolvi compartilhar com vocês, espero que esta possa ajudá-los, assim como ajudou a mim.


1. Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.


2. Aprenda a dizer não, sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é uma desgaste enorme.


3. Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.


4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.


5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual, por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.


6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.


7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.


8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.


9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.


10. Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.


11. Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.


12. Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso a trava do movimento e da busca.


13. É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.


14. Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.


15. Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.


16. Competir no fazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.


17. A rigidez é boa na pedra, não no ser humano. A ele cabe firmeza.


18. Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.


19. Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.


20. Entenda, de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o que fizer de si mesmo.

Origami - arte tradicional Japonesa


Esta arte japonesa, é recomendade por espesiacialista para:
- estimular e melhorar a capacidade de concentração.
- desenvolver a coordenação motora fina
- melhorar a destreza manual e a paciência
- reduzir o estresse
- melhorar a visão espacial
e, ainda contribui para a melhoria da forma de expressar, possibilitando satisfação pessoal daqueles que praticam o origami, podendo criar diferentes formas com um pedaço de papel, que se traduz como material de fácil acesso e mesmo reciclável, contribuindo para o meio ambiente.
Algumas pesquisas mostraram que a prática do origami na educação de crianças e de adultos ajuda no desenvolvimento de habilidades


Papel dobradura:


É o papel mais usado para fazer Origami, pois como o nome da já diz, é própio para se dobrar. A melhor marca deste papel é a Spiral, a melhor opção para substituir o Papel Japonês original.À princípio, qualquer papel serve para fazer dobraduras, cabendo a cada um pesquisar e selecionar o mais apropiado ao modelo feito. Ao escolher o tipo de papel, observe a sua espessura, pois papéis grossos demais acabam se quebrando ao serem vincados. Já papéis muito finos ou moles não podem ser dobrados ou desdobrados muitas vezes, pois rasgam-se facilmente e não têm a rigidez necessária.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Não sei quantas almas tenho.

                                                                   

Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que soque não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa

terça-feira, 10 de maio de 2011

Por enquanto

                                                                     

Mudaram as estações
Nada mudou
Mas eu sei que
Alguma coisa aconteceu
Está tudo assim
Tão diferente...


Se lembra quando a gente

Chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber
Que o pra sempre
Sempre acaba...

Mas nada vai
Conseguir mudar
O que ficou
Quando penso em alguém
Só penso em você
E aí, então, estamos bem...

Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo
De volta pra casa...

Cássia Eller

- Não tem sentido essa discussão, somos todos do mesmo chão.

                                                                             
O dia todo aborrecida, dona Cebola diz à Batata entristecida:


- O meu vestido violeta é de rainha. Que faço eu nesta cozinha? Minha cor é, na verdade, a última novidade!


Quase zombando, o Salsão dá sua opinião:


- Vê se deixa de cascata, você nasceu como a Batata! Debaixo da terra, escondida. Então por que está envaidecida? E de mim o que direi? Até pareço filho de um grande rei.


- Hum! Isso não é nada por agora. Eu, sim, pareço uma grande senhora. Ser Cenoura, isso sim é que é vida. Certamente serei muito conhecida.


O tomate, vermelho de orgulho, não queria ficar fora do barulho:


- Com preferência o Sol me olhou e, com carinho, me maturou.


“Quanta inveja sem razão! Ora que situação!”, pensa triste a Batata com um ar de preocupada. E, finalmente, toma a palavra:


- Não tem sentido essa discussão, somos todos do mesmo chão. Todos, amigos devemos ser, e entre nós, a alegria vai crescer.


A Abobrinha diz radiosa: “A proposta é maravilhosa!”.


E a Ervilha proclama séria: “Essa é a coisa mais bela! Com a Batata nós concordamos, e agora recomeçamos. Novos todos seremos e entre nós a amizade teremos”.


A cozinha agora é serena, que grande mudança de sena! Sem inveja ou ciumeiras, sem gritos ou choradeiras. Que alegria, que emoção fazer juntos um sopão

 Pe. Severino Isaías Lima

domingo, 8 de maio de 2011

Síndrome da fadiga crônica

                                                                                             
síndrome da fadiga crônica  é uma desordem complexa e desabilitante caracterizada pela fadiga profunda que não melhora com descanso deitado e que pode ser piorada por atividade física ou mental. Pessoas com síndrome da fadiga crônica geralmente funcionam em um nível de atividade substancialmente menor do que eram capazes antes do aparecimento da doença. Adicionalmente, pacientes reportam vários sintomas não-específicos que incluem fraqueza, dor muscular, memória prejudicada, piora na concentração, insônia e fadiga após exercícios exaustivos que dura mais de 24 horas. Em alguns casos a síndrome da fadiga crônica pode persistir por anos.



As causa mais comuns costumam ser:
-Doenças cardiovasculares (insuficiência cardíaca, arritmias, etc.);

- Doenças auto-imunes (lúpus, polimiosite, etc.);

- Doenças pulmonares (enfisema, quadros infecciosos, etc.);

- Doenças endócrinas (hipotireoidismo, diabetes, etc.);

- Doenças musculares e neurológicas;

- Apnéia do sono e narcolepsia;

- Abuso de álcool e outras drogas;

- Obesidade;

- Depressão e outros distúrbios psiquiátricos;

- Infecções;

- Tumores malignos.

Considera-se portadora da síndrome toda pessoa com fadiga persistente, inexplicável por outras causas, que apresentar no mínimo quatro dos sintomas citados abaixo, por um período de pelo menos seis meses:

• Dor de garganta;

• Gânglios inflamados e dolorosos;

• Dores musculares;

• Dor em múltiplas articulações, sem sinais inflamatórios (vermelhidão e inchaço);

• Cefaléia com características diferentes das anteriores;

• Comprometimento substancial da memória recente ou da concentração;

• Sono que não repousa;

• Fraqueza intensa que persiste por mais de 24 horas depois da atividade física.


Os sintomas são passíveis de tratamentos paliativos, entretanto antiinflamatórios são recomendados para as dores musculares ou articulares; drogas antidepressivas podem melhorar a qualidade do sono.

Mudanças de estilo de vida podem ser úteis. Os especialistas recomendam uma dieta equilibrada, uso moderado de álcool, exercícios regulares de acordo com a disposição física e a manutenção do equilíbrio emocional para controlar o estresse.

Reabilitação fisioterápica e condicionamento físico são fundamentais para a manutenção da atividade física e profissional. Tratamento psicoterápico também é indicado.

Condições médicas semelhantes à síndrome da fadiga crônica

Muitas doenças têm espectro de sintomas similares à síndrome da fadiga crônica. Essas doenças incluem, entre outras, fibromialgia, encefalomielite miálgica, neurastenia, sensibilidade química múltipla, narcolepsia, hipotiroidismo, apnéia do sono, depressão, esquizofrenia e mononucleose crônica. Embora essas doenças possam apresentar outro sintoma principal, a fadiga crônica é comumente associada a todas elas.

Como em todas as doenças mal conhecidas, proliferam os assim chamados tratamentos naturalistas, alguns dos quais apregoam resultados milagrosos para a fadiga crônica. Infelizmente, não há qualquer evidência científica de que eles modifiquem a evolução da doença.
.http://rosamcarvalho.blogspot.com

sábado, 7 de maio de 2011

Bolo surpresa para a mamãe!

                                                    Receita fornecida por:Sabor de Casa


 BOLO SEM FARINHA DE TRIGO; ACREDITEM FICA GOSTOSO!
Massa:
6 ovos
6 colheres (sopa) de achocolatado em pó
8 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de margarina derretida
1 colher (sopa) de fermento em pó, peneirado
Calda:
4 colheres (sopa) de achocolatado em pó
2 colheres (sopa) de açúcar
1 lata de creme de leite
Chocolate granulado a gosto,para decorar

1.Bata todos os ingredientes no liquidificador, começando pelos ovos.
 
2.Disponha a massa numa fôrma ou tabuleiro untado, polvilhado com fécula de batata, maisena ou creme de arroz.
 
3.Asse em forno médio, preaquecido, por cerca de 40 minutos. A consistência do bolo é de um pudim firme. Deixe esfriar e, enquanto isso, faça a calda.
 
4.Coloque todos os ingredientes da calda numa panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até formar um creme homogêneo.
 
5.Quando o bolo estiver completamente frio, cubra-o com a calda e o chocolate granulado e sirva

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Feliz dia das mães!!!

                                                                            

quinta-feira, 5 de maio de 2011

NÃO QUERO TER FILHOS, E AGORA?

                                                                                   
Acolher, proteger, nutrir, cuidar, orientar, ninar e confortar são atitudes e sentimentos que combinam com o que alguns chamam de instinto materno. Muitas mulheres se sentem cobradas, internamente e socialmente, como se optar por não ser mãe fosse uma aberração da natureza. Muitas são desprovidas desse desejo por não sentirem que a maternidade seja condição para que se sintam realizadas na vida. E o que há de "errado" nisso? Nada. Absolutamente nada!



O famoso instinto materno, como o conceituamos, está presente em todos os seres humanos: homens, mulheres, idosos e crianças. Em alguma medida todos nós somos protetores, acolhedores e cuidadores, sabendo naturalmente como confortar outras pessoas e "dar colo" quando solicitados ou atendendo a um apelo solidário. E fazemos isso com nossos pais, irmãos, amigos e até desconhecidos. Um bom exemplo é quando entregamos donativos, apadrinhamos financeiramente alguma instituição filantrópica ou praticamos caridade no sinal de trânsito e nas calçadas das cidades. E isso mostra um impulso natural de acolher ou confortar.
Portanto, não é apenas Privilegiar a carreira profissional e saber que um filho não caberia em seu projeto de vida.


Temer a perenidade da escolha, afinal filho é "para sempre", não dá para não tê-lo depois que ele existe e nem todas se sentem prontas para assumir uma escolha eterna.


Saber ser portadora de alguma doença geneticamente transmissível e temer pela saúde de um possível filho.


Ter consciência de que não tem paciência para cuidar de crianças.


Não desejar abrir mão da liberdade por um bom período na vida.


Sentir-se insegura com relação ao papel de mãe.


Simplesmente não desejar ser mãe.


É claro que muitas dúvidas ou inseguranças são reversíveis, caso essa mulher queira ir fundo para compreender melhor seus motivos. Mas isso passa a ser uma necessidade apenas se essa pessoa estiver sofrendo ou se de alguma forma a decisão de não ser mãe for uma fonte de conflito. Caso contrário, as razões citadas entre tantas outras são absolutamente legítimas e não implicam em culpa. Não existe "esquisitice" em não desejar ser mãe e isso não quer dizer que essa mulher seja desprovida de instinto materno.




Quando o assunto é criança, muitas mulheres exercem esse instinto focando em seus sobrinhos ou afilhados. Além disso, é sempre possível optar mais tarde, com um certo grau de amadurecimento, pela adoção.as na maternidade que as mulheres - e todos os seres humanos - exercem o instinto materno. Escolher conscientemente não ter filhos é uma atitude corajosa, pois desafia preconceitos. Veja alguns dos motivos que levam certas mulheres a optar por não serem mães.Privilegiar a carreira profissional e saber que um filho não caberia em seu projeto de vida.




Temer a perenidade da escolha, afinal filho é "para sempre", não dá para não tê-lo depois que ele existe e nem todas se sentem prontas para assumir uma escolha eterna.


Saber ser portadora de alguma doença geneticamente transmissível e temer pela saúde de um possível filho.


Ter consciência de que não tem paciência para cuidar de crianças.


Não desejar abrir mão da liberdade por um bom período na vida.


Sentir-se insegura com relação ao papel de mãe.


Simplesmente não desejar ser mãe.


É claro que muitas dúvidas ou inseguranças são reversíveis, caso essa mulher queira ir fundo para compreender melhor seus motivos. Mas isso passa a ser uma necessidade apenas se essa pessoa estiver sofrendo ou se de alguma forma a decisão de não ser mãe for uma fonte de conflito. Caso contrário, as razões citadas entre tantas outras são absolutamente legítimas e não implicam em culpa. Não existe "esquisitice" em não desejar ser mãe e isso não quer dizer que essa mulher seja desprovida de instinto materno.


Quando o assunto é criança, muitas mulheres exercem esse instinto focando em seus sobrinhos ou afilhados. Além disso, é sempre possível optar mais tarde, com um certo grau de amadurecimento, pela adoção.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mãe, mulher ou anjo?

                                                                                

Não sei!
Sei apenas que é porto seguro,
é paz e serenidade.
E olha, não importa a idade, já nascem com esse dom. 
Menina, mulher, mãe...
É muito feliz quem a tem e com ela pode contar
pois sabe que ela, sempre o vai amar.
Na alegria ou na tristeza, na sorte ou na desventura
é ela, que solícita, nos acompanha em tudo, com dedicação e ternura.
Sintam como é bom chamá-la o tempo inteiro
percebam dos lábios o doce movimento: 
Mother, mama, mére, mãe, madrecita, não importa,
mãe, é uma palavra que transmite doçura 
ela é em todo o mundo, o nosso amor primeiro.
Mãezinha, é aquela que sempre está a nosso lado
e compartilha o nosso fardo
para torná-lo mais leve.
Nada a faz nos abandonar, o seu amor é puro e verdadeiro.
Mãezinha, tão cantada e decantada,
por tantos poetas exaltada,
mas é tão pouco... ela merece muito mais.
No palco da nossa vida lá está, e na fila do gargarejo,
aplaude nossas vitórias cobrindo-nos de beijos.
Quando por vezes fracassamos, é com ela que contamos,
para ela, somos sempre iguais, os seus meninos.
Mãe, o teu carinho suaviza nosso caminho 
e o teu amor, é uma prece ao Criador
para que nos proteja do mal .
Mãe, sempre resiste à ingratidão, 
ao trabalho forçado e à dupla jornada,
pois se desdobra para que nunca nos falte o pão.
Mãe, tudo nos dá e não pede nada, mãe que disfarça a dor
e está sempre pronta a perdoar, distribuindo afeto em profusão.
Mães, que lindas  são!
Tenham pele lisa ou enrugada, mãos tratadas ou engelhadas,
sejam como for, não faz mal. ..
Mãos de mãe, são mãos de anjo, como elas, não há igual!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Profissão Mãe

                                                                                

Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista.

Pediram-lhe para
informar qual era a sua profissão.

Ela hesitou, sem saber bem como se
classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho",

insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou .

"Sou mãe".
"Nós não consideramos "mãe" um trabalho.

Vou colocar"Dona de casa", disse
o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história

até o dia em que me encontrei em
situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente

uma funcionária de carreira,
segura, eficiente, dona da situação,
perguntou:Qual é a sua ocupação?
Não sei o que me fez dizer isto,

as palavras simplesmente saltaram-me da
boca para fora
"Sou Doutora em Desenvolvimento

Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa,

a caneta de tinta permanente a apontar para o
ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.

Eu repeti pausadamente,
enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada,

como ela ia escrevendo, com tinta preta, no
questionário oficial.
Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse,

o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz,

ouvi-me responder:
"Desenvolvo um programa a longo prazo

(qualquer mãe faz isso), em
laboratório e no campo experimental

(normalmente eu teria dito dentro e
fora de casa). Sou responsável por uma equipe

(minha família), e já recebi
quatro projetos ( todas meninas).

Trabalho em regime de dedicação
exclusiva (alguma mulher discorda???),

o grau de exigência é em nível de 14
horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito

na voz da funcionária que acabou de
preencher o formulário, se levantou

e, pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título

da minha carteira erguido, fui
recebida pela minha equipe: uma com 13 anos,

outra com 7 e outra com 3
anos. Do andar de cima, pude ouvir o meu novo

experimento (um bebê de seis
meses), testando uma nova tonalidade de voz.

Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas

"Doutora-Sênior em Desenvolvimento
Infantil e em Relações Humanas".
As bisavós:

"Doutora- Executiva- Sênior".
E as tias:

"Doutora - Assistente".
Uma homenagem carinhosa a todas

as mulheres, mães, esposas, amigas,
companheiras.

Doutoras na Arte de fazer a vida melhor !!!


domingo, 1 de maio de 2011

As diferentes imagens de uma mãe.


                                                                        

- 4 anos de idade... Minha mamãe pode fazer qualquer coisa.
- 8 anos de idade... Minha mamãe sabe muito ! Um montão !
- 12 anos de idade... Minha mãe não sabe absolutamente tudo !
- 14 anos de idade... Naturalmente, mamãe tampouco sabe isto !
- 16 anos de idade... Minha mãe ? Ai ! é tão antiquada !
- 18 anos de idade... Esta velha? Está totalmente fora de época !
- 25 anos de idade... Bem, pode ser que saiba algo a respeito.
- 35 anos de idade... Antes de decidir, porque não pedimos a opinião da mamãe ?
- 45 anos de idade... Me pergunto, que haveria pensado mamãe a respeito ?
- 65 anos de idade... Oxalá pudera comenta-lo com minha mamãe..